Ultrassom pode ser usado como contraceptivo masculino

O uso do equipamento de ultrassom nos testículos pode servir a partir de muito em breve como contraceptivo para homens, de acordo com estudos realizados por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.  Os cientistas que estudam novos métodos de contracepção masculina, no entanto, ainda não utilizaram a técnica em humanos, apenas em ratos. Nos testes, os animais foram submetidos ao ultrassom de alta frequência (com 3 MHz), o que reduziu sua produção de espermas.

Publicado na revista científica Reproductive Biology and Endocrinology, o estudo mostrou que os ratos permanecem férteis mesmo com baixa produção de células germinativas, sendo que nos homens isso significaria a infertilidade. De acordo com os parâmetros da Organização Mundial da Saúde, homens saudáveis geram mais de 40 milhões de espermatozóides por mililitro. Já nos subférteis, a contagem fica abaixo de 15 milhões de espermas por mililitro. Na pesquisa, a contagem de esperma nos ratos ficou abaixo de 10 milhões por mililitro.

A equipe de cientistas afirma, entretanto, que ainda são necessários mais testes para determinar qual é a duração do efeito anticoncepcional, e se o método é seguro.

Médicos defendem exame para o diagnóstico de osteoporose com intervalo de 15 anos

Problema de saúde grave que atinge com maior frequência homens e mulheres com mais de 50 anos, a osteoporose causa o enfraquecimento dos ossos, tornando-os mais suscetíveis a sofrer fraturas. A enfermidade atinge principalmente os quadris e vértebras, mas como avança de forma lenta, estudiosos ingleses defendem que o segundo exame preventivo possa ser feito mais tardiamente.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, uma nova pesquisa publicada na última semana pela revista médica New England Journal of Medicine defende que quem tem resultado negativo da doença aos 65 anos pode esperar até 15 anos para o próximo exame, conhecido como “densitometria óssea”. O estudo faz parte de uma iniciativa que tem reavaliado a forma de diagnosticar a osteoporose.

Segundo a pesquisa, os médicos questionam a necessidade das mulheres, mais afetadas pela doença após a menopausa, tomarem remédios para o tratamento de osteoporose pelo resto da vida. Os bisfosfonatos são a classe de drogas que tem sido usada com mais frequência para prevenir fraturas em pessoas doentes.

Agora, com o novo estudo, os pesquisadores estão se perguntando se faz sentido pedir exames frequentes de densidade óssea para uma maioria de mulheres mais velhas que não estão nem perto da zona de perigo após testes iniciais, recomendados a partir dos 65 anos.  "A densitometria óssea tem sido exagerada", afirma Steven Cummings, um dos autores do estudo e professor de epidemiologia e bioestatística na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. 

Maratona não aumenta chances de parada cardíaca, aponta estudo

A corrida é uma atividade que está diretamente associada ao coração. Durante o exercício, o corpo consome mais oxigênio, aumentando a respiração e a frequência cardíaca. Para levar o oxigênio extra para todo o corpo, o coração bate em um ritmo mais acelerado do que o comum.
Apesar de ser uma atividade que requer muito de um atleta, pesquisadores do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, revisaram uma década de dados e concluíram que correr uma maratona ou meia maratona não eleva o risco de parada cardiorrespiratória mais que qualquer outro exercício físico vigoroso.
  
Para realizar o estudo, a equipe pesquisou jornais, sites, bancos de dados e mecanismos de busca para encontrar pessoas que tivessem sofrido complicações cardíacas durante corridas de longas distâncias nos Estados Unidos de 2000 a 2010. De cerca de 11 milhões de atletas que correram de 21 a 42 quilômetros, foram identificados 59 corredores que sofreram parada cardiorrespiratória.
De acordo com os pesquisadores, apesar de relatos de paradas cardíacas e mortes súbitas após longas corridas terem aumentado nos últimos anos, também cresceu o número de participantes. Eles ainda afirmaram que “o risco associado a eventos de corrida de longa distância é equivalente ou menor que o risco associado a outras atividades físicas vigorosas”, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. 

Retirada da próstata com nova cirurgia robótica não é melhor que método tradicional, aponta estudo

Parece que os robôs, grandes aliados na medicina, nem sempre apresentam resultados satisfatórios para algumas cirurgias. De acordo com estudo publicado no Journal of Clinical Oncology (periódico da Sociedade Americana de Oncologia Clínica), os efeitos da prostatectomia radical com auxílio de robô (RARP - robot-assisted  radical prostatectomy -, cirurgia que remove a próstata em caso de câncer) não são melhores do que os obtidos com a técnica tradicional. 

A pesquisa foi realizada com base nas respostas de 685 pacientes de 65 anos ou mais do Hospital Geral de Massachusetts em Boston, nos Estados Unidos. Desse número, 406 foram submetidos a uma RARP e 220 submetidos à cirurgia tradicional. De cada 10 pacientes, nove apresentaram problemas moderados ou altos de impotência sexual 14 meses após a operação. Outro problema foi a incontinência urinária, relatada por um terço dos participantes. Os resultados foram iguais para ambos os grupos, mas o que passou pelo método com robô registrou mais problemas de incontinência urinária.

Com o resultado do estudo, o editorial do Journal of Clinical Oncology alertou que os pacientes não devem esperar menos efeitos colaterais com a operação com robôs. No entanto, o periódico afirmou que como a pesquisa foi realizada em 2008, muitos médicos podem ter aprendido a operar melhor com o uso de robôs. 

As informações são da revista Veja. 

Coração volta a bater sozinho depois de 2 meses conectado a aparelho artificial

Com batimentos de 60 a 100 vezes por minuto (em situação de repouso), e bombeando 5 litros de sangue por minuto, o coração é simplesmente vital para o ser humano. É ele o responsável por bombear sangue para os pulmões e para o corpo inteiro, levando oxigênio e nutrientes. Não é à toa que um caso inédito envolvendo o órgão ganhou tamanha repercussão no país. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o coração do comerciante Sérgio Alexandre Genaro, de 48 anos, voltou a bater sozinho depois de passar dois meses com um aparelho artificial.

De acordo com a reportagem, Genaro, que tinha quatro artérias do coração entupidas, passou por uma operação no dia 2 junho de 2011. Como o estado do órgão era grave, o paciente recebeu duas pontes de safena e duas mamárias. No entanto, o coração não suportou a circulação extracorpórea a parou de bater.

Apesar da situação, o comerciante manteve todas as funções preservadas. O paciente, então, entrou para a lista de transplante, e a equipe decidiu conectar um coração artificial ao órgão natural para que ele suportasse.

Embora os órgãos do paciente tenham ficado debilitados ao longo dos dois meses, aos poucos seu coração começou a recuperar as funções. No dia 12 de agosto, o órgão de Genaro voltou a bater espontaneamente.  

Genaro, que recebeu alta no dia 10 de outubro, é o primeiro paciente do Brasil na lista de espera de transplante cardíaco cujo coração voltou a funcionar sozinho. 

Mutação de genes pode ser responsável pelo câncer de mama e doenças cardíacas

De acordo a revista Veja, estudo canadense publicado nos jornais Nature Communications e Journal of Biological Chemistry releva que mulheres que tendem a desenvolver câncer de mama também estão sujeitas a sofrer doenças cardíacas. Isso porque a maioria das mulheres com câncer de mama ou de ovário tem os genes BRCA1 e BRCA2, responsáveis por extinguir o crescimento dos tumores. No entanto, a pesquisa apontou que esses mesmos genes também são responsáveis por controlar a função cardíaca. 

Depois de realizar o estudo com camundongos, os pesquisadores observaram que a mutação dos genes BRCA1/2 impede a restauração do DNA nas células musculares, que é necessária para a recuperação após um ataque cardíaco. Ao tratar os animais com a doxorrubicina, uma das drogas administradas na quimioterapia em pacientes com câncer de mama, verificou-se o aumento da insuficiência cardíaca de quem possui esses genes.

Segundo Christine Brezden-Masley, oncologista e coautora da pesquisa, já era de conhecimento dos médicos que a doxorrubicina estava relacionada à insuficiência cardíaca. Mas depois dessa nova pesquisa, também se constatou que as mulheres com mutações nos genes BRCA1/2 são vulneráveis à sua toxina. 

Aparelhos de ultrassom e ressonância magnética da Esaote são destaque no programa Olhar Digital

Se até pouco tempo os pets eram examinados com equipamentos destinados a humanos, hoje essa realidade mudou. A Esaote trouxe ao Brasil o que há de mais moderno no diagnóstico por imagem para a medicina veterinária, e essa tecnologia foi destaque no programa Olhar Digital, exibido pela Rede TV!, neste domingo, 18 de dezembro.

Na área de ultrassonografia, a empresa apresentou o MyLab Twice VET, baseado no conceito de diagnóstico fácil e rápido, que oferece um excelente desempenho na realização de exames. Outro destaque foi o MyLabOneVET, aparelho portátil com software exclusivo e auto-explicativo, projetado para levar o ultrassom ao local de atendimento. O equipamento é ideal para situações de emergência e cuidados intensivos.

Pioneira no campo da ressonância magnética, a empresa apresentou seu VET MR GRANDE, aparelho com design aberto e uma mesa móvel que faz análises em animais de pequeno e até de grande porte, identificando alterações nas estruturas dos ossos e articulações.

Com tecnologia de última geração, os equipamentos da Esaote possibilitam diagnósticos precoces e precisos com alto nível de qualidade de imagem e dados. “Um diagnóstico antecipado pode reverter uma situação clínica desfavorável e também dar mais qualidade de vida e saúde aos pacientes”, explica o diretor comercial e responsável pela área veterinária da EsaoteAlberto Gusukuma.

Ultrassonografia de ponta garante qualidade no diagnóstico de problemas cardíacos e vasculares

Desenhado para atender às exigências dos profissionais médicos especialistas em diagnóstico por imagem, o equipamento de ultrassonofia MyLab70 XV alia alta tecnologia, total compartilhamento de dados, fluxo de trabalho contínuo e versatilidade  avançada. O aparelho, desenvolvido pela Esaote Healthcare foi destaque na edição de dezembro da revista Fornecedores Hospitalares.

O sistema oferece qualidade superior em imagem diagnóstica da região abdominal, pequenas partes, vascular, cardíaca e cirurgia, além de alta flexibilidade, ergonomia dedicada, aprimorando as soluções clínicas em aplicações nas diversas áreas médicas.

Com interface de fácil e rápido manuseio, a arquitetura avançada do MyLab70 XV oferece a conectividade do ultrassom e compartilhamento de dados, incluindo o arquivamento em tempo real, conectividade imediata com PC e avançada configuração de periféricos, conexões wireless integradas, compatibilidade DICOM, conformidade IHE (Integração de Empresa de Assistência à Saúde) e conexão direta com as estações de trabalho MyLab Desk, BioPACS, e Org@nizer Suite.

Esaote participa do 43º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia

A Esaote Healthcare do Brasil participou do 43º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia (CBOT), que aconteceu entre os dias 13 e 15 de novembro, no Transamérica Expo Center. A empresa, que levou soluções de diagnóstico por imagem aos ortopedistas, foi destaque na edição de dezembro do Jornal da Imagem.

Na área de ressonância magnética, foi apresentado o O-Scan, aparelho que possui design exclusivo para extremidades, sistema de magneto compacto, uma cadeira confortável e abrange articulações como joelho, tornozelo, pé, mão, punho e cotovelo. Já o S-Scan é destinado para análise musculoesquelética, abrangendo as aplicações pés, ombros e coluna. O pórtico aberto garante um fácil acesso do paciente e o conforto de crianças, obesos e claustrofóbicos.

MyLab70XV



Na linha de ultrassonografia, a Esaote também expôs dois aparelhos: o MyLab70XV,  desenhado para atender às exigências dos profissionais médicos especialistas da área, aliando alta tecnologia, total compartilhamento de dados, fluxo de trabalho contínuo e versatilidade avançada de aplicações nas diversas áreas médicas; além do  MyLab 25 Gold, equipamento de ultrassom portátil, projetado para ser levado ao local de atendimento. O sistema abrange aplicações clínicas como áreas abdominal, obstétrico-ginecológica, partes pequenas, mamas, tiróide, musculoesqueléticas, neonatal, pediátrica, vascular e cardiológica. 



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Técnica de estimulação do cérebro pode reverter o Mal de Alzheimer

Cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, estão trabalhando em uma técnica que pode reverter o Mal de Alzheimer, até então, uma doença degenerativa sem cura. Um dos principais sintomas do problema é a perda da memória, ocasionada pelo encolhimento do cérebro que deteriora as suas funções.

De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a técnica é chamada de Estimulação Cerebral Profunda, e já é usada em milhares de pacientes com Mal de Parkinson. O procedimento consiste em aplicar eletricidade em algumas regiões do cérebro. Em dois pacientes o processo não só reverteu a deterioração da área do cérebro associada à memória, como a fez crescer novamente. Contudo, ainda não se sabe com precisão como a técnica funciona.

O método é realizado sob anestesia local, e é necessário um exame de ressonância magnética para identificar o alvo dentro do cérebro. Com a cabeça fixa, essa pequena região é exposta a eletrodos a fim de estimulá-la. Os eletrodos ficam ligados a uma bateria que é inserida sob a pele perto da clavícula.

Segundo o jornal Estado de S. Paulo, as conclusões do estudo foram divulgadas durante a conferência da Society for Neuroscience em Washington, nos Estados Unidos, em novembro, mas ainda não foram publicadas. 

Ultrasson com tecnologia touch screen é aliado da medicina veterinária

As telas sensíveis ao toque, o touch screen, não são mais exclusividade de aparelhos como smartphones e tablets. A tecnologia chegou aos aparelhos de diagnóstico por imagem em animais de estimação desenvolvidos pela Esaote Healthcare. A novidade apresentada ao setor na 10ª Pet South Amerca 2011 foi um dos destaques da edição de novembro da revista Nosso Clínico.


O sistema presente nas maquinas de ultrasson facilita o trabalho dos veterinários, já que permite agilidade e eficiência na realização dos exames. A linha veterinária touch screen é composta atualmente pelo MyLab One VET, MyLab Twice VET, MyLab Class VET e MyLab 70 VET.  

O diretor comercial e responsável pela área veterinária da Esaote, Alberto Gusukuma, explica que toda a linha é direcionada exclusivamente para aplicação veterinária, apesar de os modelos terem os mesmos nomes dos aparelhos de ultrassom usados em hospitais e clínicas de diagnósticos para humano. “Os programas têm especificações para uso em animais, que têm características completamente diferentes”, completa. 

Congresso de radiologia pediátrica conta com o apoio e presença da Esaote

Radiologistas, pediatras e cirurgiões pediátricos de todo o Brasil e do mundo se reuniram no mês de outubro para discutir os recentes progressos e temas de vanguarda da imagem e do tratamento fetal e neonatal. O evento que ocorreu no Hotel Paulista Plaza, em São Paulo, foi destaque no Jornal da Imagem, que destacou ainda o teor das aulas do curso: Sistema Nervoso Fetal, Trato Gastrointestinal, Tórax Fetal, Geniturinário, Aneuploidia e Gestação Gemelar.

A Esaote Healthcare do Brasil, uma das líderes mundiais na produção de sistemas para diagnóstico médico, esteve presente no evento, e apresentou sua linha de ultrassonografia MyLab. A fabricante expôs o Mylab 40, 50 e 70, equipamentos desenvolvidos para atender às exigências dos profissionais médicos especialistas da área, aliando alta tecnologia, total compartilhamento de dados, fluxo de trabalho contínuo e versatilidade  avançada de aplicações nas diversas áreas médicas.

O CEO da Esote do Brasil, Edson Lopes, comentou a importância desse espaço de demonstração  no curso: “A Esaote está há dois  anos e meio no mercado brasileiro e estamos nos desenvolvendo  cada vez mais. Acredito que,  aqui, vamos ter sucesso com  nossas demonstrações e vamos reverter isso em resultados de venda”, afirmou.

Aparelho de Ultrassom Touch Screen da Esaote é destaque no programa Manhã Gazeta


Sucesso na Pet South America 2011, os aparelhos de ultrassonografia touch screen da Esaote foram destaque nesta segunda-feira, 24 de outubro, no programa Manhã Gazeta. Para mostrar as vantagens da nova tecnologia, a empresa levou aos estúdios do programa o aparelho MyLab Twice VET, que revelou ao vivo as imagens dos cinco filhotinhos que a cadela Kika em breve vai dar à luz.

Os aparelhos também são destinados para o diagnóstico de doenças em animais de estimação, além de permitir agilidade e eficiência durante os exames. “A aplicação desse sistema mostra nossa tradição e pioneirismo no setor, principalmente porque direcionamos fortes investimentos para aprimorar os produtos na área de dignóstico por imagem veterinária. Afinal, a companhia nasceu com atuação em veterinária”, destaca Edson Lopes, CEO da Esaote Healthcare do Brasil

O diretor comercial e responsável pela área veterinária da Esaote, Alberto Gusukuma, explica que a tecnologia touch screen permite ao veterinário acessar as funções do aparelho com mais facilidade. “Isso acontece de forma intuitiva e bastante ágil. Além disso, facilita a atualização dos programas usados por parte dos profissionais que operam esses equipamentos”, detalha.

Esaote apresenta tecnologia touch screen nos aparelhos de ultrassom usados na medicina veterinária


Cada vez mais presente na vida da população por por causa do boom dos smartphones e tablets, a tecnologia touch screen (tela sensível ao toque) também se tornou uma importante aliada da medicina veterinária. Sempre alinhada às principais necessidades do mercado pet, a Esaote Healthcare traz o mesmo conceito em seus aparelhos de ultrassonografia destinados especificamente nos diagnósticos de doenças em animais de estimação. O sistema permite agilidade e eficiência durante os exames.

A novidade touch screen já está presente em quatro diferentes modelos produzidos pela empresa. Além da praticidade na hora de carregá-los para perto dos animais, os equipamentos passaram também por atualizações para receber a tecnologia. A linha veterinária touch screen é composta atualmente pelo MyLab One VET, MyLab Twice VET, MyLab Class VET e MyLab 70 VET

Os aparelhos poderão ser encontrados no estande da Esaote na 10ª Pet South America 2011, a maior feira voltada para o mercado pet do continente. O evento acontece entre os dias 18 e 20 de outubro, no pavilhão vermelho da Expo Center Norte, em São Paulo.  Ao todo, 200 expositores mostrarão os principais produtos do ramo e movimentarão novos negócios, num segmento em franco crescimento.

“A aplicação desse sistema mostra nossa tradição e pioneirismo no setor, principalmente porque direcionamos fortes investimentos para aprimorar os produtos nessa área. Afinal, a companhia nasceu com atuação em veterinária”, destaca Edson Lopes, CEO da Esaote Healthcare do Brasil

O diretor comercial e responsável pela área veterinária da Esaote, Alberto Gusukuma, explica que a tecnologia touch screen permite ao veterinário acessar as funções do aparelho com mais facilidade. “Isso acontece de forma intuitiva e bastante ágil. Além disso, facilita a atualização dos programas usados por parte dos profissionais que operam esses equipamentos”, detalha.

Ele esclarece ainda que toda a linha é direcionada exclusivamente para aplicação veterinária, apesar de os modelos terem os mesmos nomes dos aparelhos de ultrassom usados em hospitais e clínicas de diagnósticos para humanos. “Os programas têm especificações para uso em animais, que têm características completamente diferentes”, completa.

Esaote Healthcare recebe prêmio europeu pelo inovador software SuitEstensa

A Esaote Healthcare – líder mundial em ressonância magnética e única fabricante de ultrassom de origem europeia no Brasil – ganhou uma importante premiação no mês de setembro. A empresa foi reconhecida pela Frost & Sullivan, recebendo o Prêmio Europeu de Estratégia de Linha 2011, na categoria Produtos para Sistemas de Informação em Cardiologia Clínica, devido ao bem-sucedido sofware SuitExtensa. O programa é usado para facilitar o gerenciamento de dados pelos médicos, tanto no campo prático quanto no administrativo.

O prêmio visa reconhecer as companhias que demonstram realizações excepcionais em diversas áreas. Nesta relação, destacam-se a liderança, a inovação tecnológica, serviço ao cliente e desenvolvimento de produtos estratégicos. Para determinar os ganhadores em vários segmentos, analistas medem o desempenho dos concorrentes por meio de entrevistas, análise e ampla pesquisa.
                            
“Este é o resultado da filosofia da Esaote, de oferecer produtos de alta tecnologia e que facilitem e muito o trabalho dos médicos em geral. Ganhar um prêmio num mercado muito concorrido mostra que estamos no caminho certo, de sempre trazer soluções práticas e inovadoras”, comemora Edson Lopes, CEO da Esaote Healthcare do Brasil.

Para Simone Carron-Peters, analista de pesquisa da Frost & Sullivan, “a Esaote tem uma crescente base de clientes na Europa, um papel de liderança na Itália e também mantém uma estratégia de crescimento em todo o mundo, inclusive em regiões emergentes como América Latina”.
Melhor gestão e diagnóstico
O software desenvolvido pela Esaote e responsável pelo prêmio é o que há de mais moderno na área de Sistema de Gerenciamento de Fluxo de Trabalho em Radiologia e Cardiologia (RIS/CIS/PACS). O programa proporciona melhor organização e gestão das atividades nos departamentos de cardiologia de um hospital, sem o uso de filmes e de papel nos laudos.

O SuitEstensa permite ainda que o médico obtenha dados e imagens de radiologia e de cardiologia de um paciente no mesmo banco de arquivo. Desta forma o profissional consegue compor um laudo mais preciso pela forte relação das imagens e dados. Por esse motivo, evita o erro de duplicação de dados.

O sistema também garante um controle de materiais, o estoque e a realização de estudos estatísticos com sua base de informações dos procedimentos, acompanhamentos e patologias. O SuitEstensa pode ser integrado com outros sistemas hospitalares.

Brasil quer reduzir para 5% o índice de mortes por infarto e AVC

O Ministério da Saúde divulgou recentemente suas metas para reduzir os atuais 10% a 15% de mortes causadas por infartos e AVC (acidente vascular cerebral) para 5%. Para tanto o governo estuda a produção de um remédio para previnir as doenças. Segundo divulgou o jornal Folha de S. Paulo a pílula reúne quatro remédios para controlar a pressão arterial e o colesterol, além de previnir também o entupimento de vasos sanguíneos. A medicação está sendo testada em diferentes países, incluindo o Brasil.

Vale lembrar que o infarto agudo do miocárdio é uma das principais causas de óbitos no Brasil, junto com o AVC. Segundo a comunidade médica, uma das formas de reduzir o índice é incentivar hábitos alimentares saudáveis e a prática de atividade física, sem descuidar do histórico familiar, realizando exames periódicos. 

Além de cuidar dos hábitos alimentares e da qualidade de vida, existem alguns fatores de risco que merecem um acompanhamento médico. São eles: pressão alta, taxas de colesterol e glicose elevadas, sobrepeso e obesidade, além de hábitos como fumo, baixa ingestão de frutas e verduras e sedentarismo. 

A pílula está sendo desenvolvida justamente para esse grupo de risco, e seus primeiros resultados foram publicados em maio de 2011 na revista "PLoS One”. Ficou comprovado que a medicação pode diminuir em 60% o risco de infarto e derrame em pessoas com risco moderado.

Relatório aponta que diganóstico de Alzheimer atinge apenas 25% no mundo


A informação de que mais de 75% das pessoas que vivem com a doença de Alzheimer no mundo não saberem que portam o problema tem alarmado a comunidade médica nesta semana. Segundo o jornal Estado de S. Paulo, o resultado foi apontado pelo relatório da organização Alzheimer´s Disease International, que mostrou que mesmo nos países ricos o percentual de diagnóstico é baixo, variando de 20% a 50%. Nas nações pobres e emergentes o índice é ainda menor. Menos de 10% dos casos de demência foram identificados.

Com o desconhecimento da doença, o início do tratamento passa a ser tardio, dificultando as chances de melhora do paciente. Vale lembrar ainda que a falsa ideia de que a doença atinge apenas idosos também dificulta o diagnóstico em outras faixas etárias. A estimativa é que existam 36 milhões de portadores da doença no mundo. Esse número deve chegar a 66 milhões em 2030 e 115 milhões em 2050.

Apesar de o  mal de Alzheimer ser uma doença degenerativa sem cura, seu tratamento precoce melhora a qualidade de vida das pessoas. Pensando nisso, no relatório, a recomendação é que cada país tenha uma política nacional para o diagnóstico e tratamento precoce da doença. Isso porque os cuidados podem significar economia de US$ 10 mil com um paciente de Alzheimer.

O sintoma mais comum da doença é a perda de memória, que pode ser confundida com problemas da idade ou estresse. Com o avanço da doença, outros sintomas surgem como irritação, agressividade, mudança de humor, confusão mental e falha na linguagem.

Instituto do Câncer elabora lista de exames que ajudam a previnir a doença

Com o objetivo de contribuir para a prevenção do câncer no Brasil, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) elaborou uma lista de exames que devem ser feitos por homens e mulheres ao longo da vida. A medida também prevê o diagnóstico precoce e tratamento da doença caso detectada. Vale lembrar que o problema é o segunda principal causador de morte da população brasileira – devendo tornar-se a principal causa até 2020. Entre as mulheres, o tipo mais comum acomete as mamas, e entre os homens, a próstata. 

Diante desse quadro, o Icesp elaborou uma relação do tempo certo para realização de cada exame de screening (rastreamento), além de atitudes que fazem a diferença. Na linha da prevenção, não fumar, evitar o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, manter uma dieta adequada e praticar regularmente exercícios físicos são atitudes que podem contribuir para o retardar ou evitar o surgimento deste e de outros problemas de saúde. 

Por outro lado, muitas vezes o câncer não apresenta sintomas em suas fases iniciais, por isso, a realização de alguns exames de rotina são fundamentais para o diagnóstico precoce – um fator essencial para a cura da doença. De acordo com a faixa etária e o sexo, alguns passos são fundamentais.

Fatores de risco, como o histórico familiar e características individuais são sempre considerados pelo médico. Porém, isso não significa que todas as pessoas tenham a mesma rotina de exames, obrigatoriamente.

“O importante é seguir as avaliações recomendadas para sua faixa etária. É a partir disso que o profissional detecta a necessidade de outros procedimentos”, comenta Maria Del Pilar Esteves, coordenadora da Oncologia Clínica do Icesp.

Confira os principais exames para a prevenção em homens e mulheres: 

Mulheres
- Após a primeira relação sexual é preciso incluir na agenda o hábito de realizar uma visita anual ao ginecologista, garantindo a realização de consultas e exames que serão fundamentais para a prevenção e/ou diagnóstico de câncer de vários tipos de câncer, principalmente mamas, ovários e útero.

- Papanicolau (anualmente) – o papanicolau tem a finalidade de detectar o câncer de colo de útero, além de identificar lesões que antecedem o câncer, permitindo o tratamento antes que a doença se desenvolva.

Mamografia – o exame, capaz de mostrar lesões mamárias, é recomendado para mulheres com mais de 50 anos e deve ser feito anualmente ou a critério médico, dependendo dos fatores de risco.

Teste de sangue oculto nas fezes – deve ser realizada pelo menos uma vez por ano, em pessoas com mais de 50 anos, para detecção precoce de câncer de cólon.

Colonoscopia – o câncer colorretal, que inclui tumores de intestino (cólon) e reto, é um dos cinco tipos mais comuns entre homens e mulheres. O exame é capaz de diagnosticar este tipo de tumor em fase inicial e deve ser realizado anualmente, a partir dos 50 anos.
 
Homens 

Visita ao urologista – recomendada mesmo quando não há nenhum sinal de problema a partir dos 45 anos de idade, esta prática permite a investigação precoce de problemas com a próstata, a bexiga, o rim, os testículos e o pênis.

Exame de toque retal – deve ser realizado anualmente, a partir dos 45 anos, para verificar se há alguma irregularidade na próstata – o órgão mais acometido por câncer entre os homens.

- Teste de sangue oculto nas fezes – deve ser realizada pelo menos uma vez por ano, em pessoas com mais de 50 anos, para detecção precoce de câncer de cólon.

- Colonoscopia – o câncer colorretal, que inclui tumores de intestino (cólon) e reto, é um dos cinco tipos mais comuns entre homens e mulheres no Brasil. O exame é capaz de diagnosticar este tipo de tumor em fase inicial e deve ser realizado anualmente, a partir dos 50 anos.

Esaote apresenta aparelhos de ultrassonografia durante evento da Sociedade Paulista de Radiologia

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Nos dias 29 a 31 de julho, a Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem promoveu o XV Curso de Atualização em Imagem. O evento contou com a participação da Esaote Healthcare do Brasil, que fez a exposição de alguns de seus principais aparelhos de ultrassonografia. 

A empresa também foi um dos destaques do Jornal da Imagem, que ressaltou a alta tecnologia e qualidade do MyLab70, equipamento desenvolvido para atender às exigências dos profissionais médicos especialistas da área, aliando alta tecnologia, total compartilhamento de dados, fluxo de trabalho contínuo e versatilidade  avançada de aplicações nas diversas áreas médicas.

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Dotado de alta qualidade de imagens na região abdominal, pequenas partes, vascular, cardíaca e cirurgia, o equipamento também dispõe de arquitetura avançada, atualização baseada em softwares, interface de fácil e rápido manuseio e versatilidade exclusiva dos equipamentos da Esaote.

Outro destaque apontado pelo Jornal da Imagem foi o MyLab25, equipamento que combina as últimas inovações tecnológicas com facilidade de uso e portabilidade. Em entrevista à publicação, Edson Lopes, CEO da companhia no Brasil, explica que o aparelho de ultrassonografia é indicado para serviços móveis de emergência e em centros cirúrgicos.

Estudo revela maior incidência de doenças cardíacas em mulheres do que em homens


O novo estilo de vida das mulheres modernas aliado a vícios como o alcoolismo e tabagismo são os principais responsáveis por uma realidade nada animadora. De acordo com estudo realizado pelo Hospital do Coração de São Paulo, a incidência de doenças cardíacas em mulheres já é maior que a em homens.

Segundo informações do jornal O Dia, as doenças cardiovasculares, até então vistas como típicas do sexo masculino, já ultrapassam as estatísticas dos tumores de mama e útero, por exemplo. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças respondem por um terço das mortes entre mulheres no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, mais de 23 mil por dia.

O estudo do Hospital do Coração revelou ainda que a probabilidade de uma mulher morrer em consequência de um infarto é, em média, 50% maior do que a de alguém do sexo masculino. Diante de dados tão alarmantes, a realização de check-ups é fundamental, principalmente entre o período que antecede a menopausa, época que o risco de doenças cardiovasculares é maior.

A prevenção é particularmente importante devido a falta de sintomas no organismo feminino ou sintomas não típicos da doença cardiovascular. É comum a mulher sentir cansaço, náuseas, dor na parte superior do abdome, nas costas e no pescoço, mas isso pode ser confundido apenas com estresse e cansaço, dificultando o diagnóstico.

Além de acompanhamento médico após os 40 anos, para o coração feminino continuar saudável a OMS recomenda manter dieta equilibrada e peso ideal, praticar exercícios regularmente, não fumar e acompanhar de perto os índices de colesterol e a pressão arterial.

Para Ler: Coração de Mulher
Editora: Abril
Autor: Otavio C. E. Gebara e Raul Dias dos Santos
Preço: R$ 24,90